![]() A fusão entre organizações costuma ser usada para enfrentar a forte concorrência, para reduzir custos operacionais ou até mesmo para encarar uma crise financeira. A intenção é manter a competitividade de seus produtos e serviços e sustentar a presença no mercado. O que não se pode esquecer é que a fusão de companhias é um contraste de culturas, estando entre as mais relevantes mudanças organizacionais. Portanto, o papel da comunicação interna é essencial nesse momento. É importante que os funcionários estejam envolvidos desde o princípio, para isso é preciso dedicar muita atenção a comunicação, criando canais que atinjam todos os públicos, para que a informação venha primeiro da organização e não de terceiros. O discurso deve ser unificado a fim de gerenciar a informação interna e não dar espaço para rádio-peão. Dessa maneira um clima de tensão entre os colaboradores pode ser evitado, além de fazer com que eles não se sintam desvalorizados, desmotivados ou com a vontade de pedir demissão. É preciso despertar o orgulho de pertencer à nova organização, unificar a cultura, além de criar uma imagem padronizada dos valores. É por isso, que os líderes de cada organização também devem estar envolvidos nesse processo, mostrando compromisso com a mudança e alinhando seu discurso com as ferramentas de comunicação utilizadas. Um veículo que pode ser usado para que todos fiquem atualizados é o hotsite, por ser dinâmico todos têm fácil acesso e podem interagir. É uma maneira de divulgar as informações e acabar com o medo e a insegurança entre os funcionários, um local onde todas as questões relacionadas a fusão podem ser esclarecidas, como por exemplo os salários e contratações. Também é fundamental entender os veículos de comunicação interna utilizados em cada empresa para avaliar quais deverão continuar existindo na nova organização e de que forma poderão ser utilizados. O principal é que os comunicadores não podem esquecer que o processo de fusão deve receber atenção antes, durante e depois. Após o anúncio da decisão, a fusão ainda dura muitos meses, pois uma nova cultura está sendo implementada e o tempo de cada colaborador de se adaptar deve ser respeitado. Vale ressaltar que o papel da comunicação interna é importantíssimo, mas alguns valores, como a cultura, são imutáveis. O papel do comunicador não é impor e sim reduzir as perdas ao máximo. |
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Nome:Paulo Alexandre Coelho (P.A)
Graduação: Comunicólogo, pós Graduado em Arte Cultura Visual e Comunicação- Universidade Federal de Juiz de Fora(UFJF) Site: www.criativista.com email:pauloalexandre@criativista.com
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