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A prática da RSC nas organizações
![]() O termo Responsabilidade Social ganhou impulso através das ONGS e as organizações privadas também a adotaram em suas práticas. O meio ambiente sempre foi um assunto sério a ser debatido por todo o planeta, mas infelizmente tais debates não surtiram os efeitos necessários para a sua salvação. E por esse motivo, o aparecimento de ONGS começou a crescer com o objetivo de conscientizar a população. E antes de falar da RSC começarei pelo grande motivo que transformou o posicionamento das organizações. Nos últimos anos tivemos provas suficientes que a natureza está revidando o que tiramos dela, e sua forma de agir não é nada agradável. Grandes destruições acontecem em todo o mundo e os culpados disso já sabemos, só não queremos admitir, apenas alguns tentam concertar os erros cometidos. Pois bem, as organizações fazem parte da comunidade onde estão inseridas e ao perceber o impacto que suas atividades causam e a preocupação dos seus públicos com o meio ambiente, elas começam a pensar em várias formas de como ajudar seus públicos e ser reconhecida ao mesmo tempo. Logicamente que as empresas não vão se interessar somente em ajudar a natureza porque são boazinhas, elas querem obter prestígio perante seus públicos e melhorar sua imagem institucional. Pois os consumidores de hoje não compram somente o produto ou utilizam o serviço da organização, eles querem conhecer a empresa, saber o que ela faz e se ela se preocupa com o meio ambiente, claro. Nenhum consumidor será fiel a uma organização que polui e nada faz para salvar o planeta. Isso tudo faz parte do quadro em que vivemos e a essa preocupação das empresas chamamos de Responsabilidade Social Corporativa (RSC). As ações sociais realizadas por organizações ajudam o país a se desenvolver mais, a diminuir a pobreza, a aumentar a educação e através de parcerias é possível trabalhar e melhorar a vida de muitas pessoas carentes desses recursos. Tais ações não são suficientes para que uma empresa seja vista como socialmente responsável, é preciso ser transparente, sendo ética e correta em suas atividades. Muitos empresários se dizem inovadores, mas será que os mesmos procuram transformar as empresas em organizações que tenham a cidadania empresarial? Pois se uma organização se diz ser uma grande família, onde todos os públicos participam e são tratados como peças importantes no seu sucesso, então ela deve pensar na sociedade também. Caso contrário, a sua imagem sofrerá danos por não provar ser o que o ela diz. A globalização trouxe consigo a triste realidade dos países, e o nosso infelizmente não fica de fora quando se trata das desigualdades sociais. E esse quadro fez com que a sociedade mudasse o jeito de pensar e agir com o próximo. Enquanto as empresas, perceberam que serem solidárias não basta, precisam ser responsáveis, investindo em atividades que gerem bons resultados para a sociedade e satisfação a todos que estão envolvidos. A Responsabilidade Social Corporativa não está presente só nas grandes organizações, pequenos empresários também investem nessa área e de alguma maneira contribuem com o desenvolvimento da sociedade. Através dessas ações empresarias juntamente com os indivíduos da sociedade o país tem mais chances de se desenvolver e preparar futuros cidadãos para que sejam ainda melhores e cumpram seus direitos e deveres.
Fusão e Comunicação Interna
![]() A fusão entre organizações costuma ser usada para enfrentar a forte concorrência, para reduzir custos operacionais ou até mesmo para encarar uma crise financeira. A intenção é manter a competitividade de seus produtos e serviços e sustentar a presença no mercado. O que não se pode esquecer é que a fusão de companhias é um contraste de culturas, estando entre as mais relevantes mudanças organizacionais. Portanto, o papel da comunicação interna é essencial nesse momento. É importante que os funcionários estejam envolvidos desde o princípio, para isso é preciso dedicar muita atenção a comunicação, criando canais que atinjam todos os públicos, para que a informação venha primeiro da organização e não de terceiros. O discurso deve ser unificado a fim de gerenciar a informação interna e não dar espaço para rádio-peão. Dessa maneira um clima de tensão entre os colaboradores pode ser evitado, além de fazer com que eles não se sintam desvalorizados, desmotivados ou com a vontade de pedir demissão. É preciso despertar o orgulho de pertencer à nova organização, unificar a cultura, além de criar uma imagem padronizada dos valores. É por isso, que os líderes de cada organização também devem estar envolvidos nesse processo, mostrando compromisso com a mudança e alinhando seu discurso com as ferramentas de comunicação utilizadas. Um veículo que pode ser usado para que todos fiquem atualizados é o hotsite, por ser dinâmico todos têm fácil acesso e podem interagir. É uma maneira de divulgar as informações e acabar com o medo e a insegurança entre os funcionários, um local onde todas as questões relacionadas a fusão podem ser esclarecidas, como por exemplo os salários e contratações. Também é fundamental entender os veículos de comunicação interna utilizados em cada empresa para avaliar quais deverão continuar existindo na nova organização e de que forma poderão ser utilizados. O principal é que os comunicadores não podem esquecer que o processo de fusão deve receber atenção antes, durante e depois. Após o anúncio da decisão, a fusão ainda dura muitos meses, pois uma nova cultura está sendo implementada e o tempo de cada colaborador de se adaptar deve ser respeitado. Vale ressaltar que o papel da comunicação interna é importantíssimo, mas alguns valores, como a cultura, são imutáveis. O papel do comunicador não é impor e sim reduzir as perdas ao máximo. ![]() A fusão entre organizações costuma ser usada para enfrentar a forte concorrência, para reduzir custos operacionais ou até mesmo para encarar uma crise financeira. A intenção é manter a competitividade de seus produtos e serviços e sustentar a presença no mercado. O que não se pode esquecer é que a fusão de companhias é um contraste de culturas, estando entre as mais relevantes mudanças organizacionais. Portanto, o papel da comunicação interna é essencial nesse momento. É importante que os funcionários estejam envolvidos desde o princípio, para isso é preciso dedicar muita atenção a comunicação, criando canais que atinjam todos os públicos, para que a informação venha primeiro da organização e não de terceiros. O discurso deve ser unificado a fim de gerenciar a informação interna e não dar espaço para rádio-peão. Dessa maneira um clima de tensão entre os colaboradores pode ser evitado, além de fazer com que eles não se sintam desvalorizados, desmotivados ou com a vontade de pedir demissão. É preciso despertar o orgulho de pertencer à nova organização, unificar a cultura, além de criar uma imagem padronizada dos valores. É por isso, que os líderes de cada organização também devem estar envolvidos nesse processo, mostrando compromisso com a mudança e alinhando seu discurso com as ferramentas de comunicação utilizadas. Um veículo que pode ser usado para que todos fiquem atualizados é o hotsite, por ser dinâmico todos têm fácil acesso e podem interagir. É uma maneira de divulgar as informações e acabar com o medo e a insegurança entre os funcionários, um local onde todas as questões relacionadas a fusão podem ser esclarecidas, como por exemplo os salários e contratações. Também é fundamental entender os veículos de comunicação interna utilizados em cada empresa para avaliar quais deverão continuar existindo na nova organização e de que forma poderão ser utilizados. O principal é que os comunicadores não podem esquecer que o processo de fusão deve receber atenção antes, durante e depois. Após o anúncio da decisão, a fusão ainda dura muitos meses, pois uma nova cultura está sendo implementada e o tempo de cada colaborador de se adaptar deve ser respeitado. Vale ressaltar que o papel da comunicação interna é importantíssimo, mas alguns valores, como a cultura, são imutáveis. O papel do comunicador não é impor e sim reduzir as perdas ao máximo. |
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Nome:Paulo Alexandre Coelho (P.A)
Graduação: Comunicólogo, pós Graduado em Arte Cultura Visual e Comunicação- Universidade Federal de Juiz de Fora(UFJF) Site: www.criativista.com email:pauloalexandre@criativista.com
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