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Stikers
![]() ![]() ![]() ![]() "A street art é uma evolução do grafite. Os artistas de rua foram atrás de novas técnicas e passaram a explorar outras ferramentas, como papel, adesivos em vinil e pôsteres de grandes dimensões", explica o publicitário nova-iorquino Marc Schiller, 40, criador do site especializado Wooster Collective, um conglomerado de artistas de rua de todas as partes do mundo no qual eu faço parte. Como uma epidemia, a mania navegou pelo mundo a bordo da internet e foruns onde artistas se juntavam e trocavam idéias. Além da produção nativa, artistas de lugares distantes despacham e trocam pilhas de seus adesivos e ilustrações, para todos os cantos do planeta, e, depois, pela web, podem ver onde seus trabalhos foram colados. "Isso é inspirador e estimula a produzir mais". Não deve ser por acaso que a proliferação de stickers esteja ocorrendo justamente na época em que o grafite foi totalmente absorvido pelo mercado e que grandes marcas tenham contratado seus autores para grafitar tudo, de fachada de imóveis (a agência do BankBoston na Paulista), a outdoors (Ellus) e até produtos de grife (a embalagem do perfume CK One, de Calvin Klein, lançado no ano passado em série limitada). "Isso é um absurdo o capitalismo dominado a arte, grafite se transformando em idústria cultural dá enjo !!" O propósito dos adesivos e da street art é exatamente ser uma resposta à massificação da propaganda, com a qual disputam espaço em meio à poluição visual da cidade. "Não acho certo que o espaço urbano seja destinado apenas a agências de publicidade, empresas e políticos. A única coisa permitida por lei é anúncio. Está errado, o espaço público é de todos". ====================================================== |
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Nome:Paulo Alexandre Coelho (P.A)
Graduação: Comunicólogo, pós Graduado em Arte Cultura Visual e Comunicação- Universidade Federal de Juiz de Fora(UFJF) Site: www.criativista.com email:pauloalexandre@criativista.com
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